Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : KELLY CHRISTINA DA SILVA MATOS
DATA : 14/12/2020
HORA: 09:00
LOCAL: VIDEOCONFERÊNCIA VIA GERÊNCIA DE REDES CCET/UFRN – Clique aqui para se inscrever para assistir a banca.
TÍTULO:

FEMINICÍDIO CONTRA A MULHER POTIGUAR: UMA ANÁLISE DE 2011 A 2019


PALAVRAS-CHAVES:

Mortalidade Feminina; Violência Contra a Mulher; Feminicídio


PÁGINAS: 67
RESUMO:

No Brasil, as leis Maria da Penha (2006) e do Feminicídio (2015) tratam de violências contra a mulher. Apesar de na legislação brasileira elas apresentarem textos distintos, são leis que se complementam. A primeira tem por objetivo a proteção da mulher vítima de violência doméstica, seja psicológica, física ou moral e, embora não defina penalidades para os agressores, propõe medidas protetivas para manter o agressor longe da vítima bem como a criação de rede de amparo à mulher. A segunda, do Feminicídio, passou a acrescentar um agravante ao crime de homicídio, transformando o assassinato de mulheres em homicídio qualificado. O feminicídio é um assassinato de mulheres devido à sua condição de gênero. Os números de registros de feminicídios e denúncias contra o agressor são importantes indicadores da segurança da mulher, retratando as condições de desigualdade nas relações homem-mulher que permeiam a sociedade brasileira. Nesse contexto, uma questão relevante é: em quais situações há mais riscos de a mulher ser vítima de crime violento no Rio Grande do Norte (RN)? O objetivo deste trabalho é explorar o cenário de crimes violentos contra mulheres e meninas potiguares que impliquem morte, identificar possíveis disparidades regionais e o perfil sociodemográfico das vítimas. Para tal, será feita uma revisão da literatura acerca do estado da arte e consensos sobre definição de violência contra a mulher; será utilizada uma pesquisa documental de dados da Rede e Instituto OBVIO. Espera-se que o RN apresente um padrão elevado em relação à taxa nacional de violência letal contra a mulher em decorrência de elementos culturais e de indicadores de desenvolvimento humano e educacionais relativamente inferiores em relação ao resto do país. Ademais, defende-se que uma sociedade munida de tais informações está um passo à frente para propor políticas voltadas à prevenção e enfrentamento desse problema.


MEMBROS DA BANCA:
Externa à Instituição – MAIRA COVRE SUSSAI SOARES – UERJ
Presidente – 1225734 – JORDANA CRISTINA DE JESUS
Interna – 1855608 – KARINA CARDOSO MEIRA

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